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Dra. Nilva
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Retina Pediátrica · Retinopatia da Prematuridade

Especialista em Retinopatia da Prematuridade e doenças da retina na infância.

Diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças da retina em bebês e crianças — com base em evidência científica e atenção a cada família. Atendimento em São Paulo.

CRM-SP 49961 · RQE 118359

Dra. Nilva S. B. Moraes em UTI neonatal, vestindo jaleco branco e lupa cirúrgica de fronte

Sobre

Dra. Nilva S. B. Moraes

CRM-SP 49961 · RQE 118359

A Dra. Nilva é oftalmologista com atuação dedicada à retina pediátrica e à Retinopatia da Prematuridade (ROP). Graduada em Medicina pela Escola Paulista de Medicina — Universidade Federal de São Paulo (EPM-UNIFESP), é especialista em Oftalmologia (RQE 118359) com subespecialização em Retina e Vítreo. Possui Mestrado e Doutorado também pela EPM-UNIFESP.

Atualmente é Professora Afiliada do Departamento de Oftalmologia da EPM-UNIFESP. Lidera a equipe de oftalmologia dos hospitais do Grupo Santa Joana — Hospital e Maternidade Santa Joana, Pro Matre Paulista e Hospital Santa Maria — com atuação dedicada ao acompanhamento oftalmológico de bebês e crianças. As cirurgias vitreorretinianas pediátricas são realizadas no Hospital Israelita Albert Einstein.

Autora e coautora de mais de 30 publicações científicas indexadas no PubMed, com trabalhos em revistas internacionais como International Journal of Retina and Vitreous e BMJ Open Ophthalmology, contribuindo para o avanço do conhecimento em retinopatia da prematuridade, tratamento intravítreo e cirurgia vitreorretiniana.

No consultório, sua prática combina rigor científico com escuta — porque cada bebê prematuro e cada criança com doença ocular vive um momento delicado, e cada família precisa entender o que está acontecendo, em palavras claras.

Especialidades

Áreas de atuação

Atendimento focado em retina pediátrica e nas principais condições que afetam a visão de bebês e crianças.

Especialidade principal

Retinopatia da Prematuridade (ROP)

Doença que pode acometer a retina de bebês prematuros, especialmente os nascidos antes de 32 semanas de idade gestacional ou com peso inferior a 1.500g. Quando identificada cedo, há tratamentos eficazes — e o acompanhamento adequado faz diferença para o desenvolvimento visual da criança.

Saiba mais sobre ROP →

Retina pediátrica

Diagnóstico e tratamento de doenças da retina na infância — incluindo descolamento de retina pediátrico, vitreorretinopatia exsudativa familiar (FEVR), doença de Coats, persistência da vasculatura fetal, entre outras condições.

Tratamento intravítreo (anti-VEGF)

Injeções intravítreas em casos selecionados de ROP e outras retinopatias pediátricas, conforme indicação clínica e protocolos atualizados.

Fotocoagulação a laser

Tratamento com laser indicado em casos selecionados de Retinopatia da Prematuridade avançada, especialmente nos estágios em que há risco de progressão da doença, e em outras retinopatias periféricas pediátricas. Realizado em ambiente seguro para o bebê, com técnica que combina precisão e proteção da retina ainda em desenvolvimento.

Cirurgia vitreorretiniana pediátrica

Vitrectomia em casos de descolamento de retina e complicações vitreorretinianas em pacientes pediátricos, realizada no Hospital Israelita Albert Einstein.

Acompanhamento longitudinal

Seguimento da saúde visual da criança ao longo do desenvolvimento, em parceria com pediatra, neonatologista e oftalmologista de referência da família.

Para famílias

Sobre a Retinopatia da Prematuridade

A Retinopatia da Prematuridade (ROP) é uma alteração no desenvolvimento dos vasos sanguíneos da retina, comum em bebês que nascem muito antes do tempo. A boa notícia: hoje existem critérios bem estabelecidos para rastreamento e tratamentos seguros — e o diagnóstico precoce é o que mais protege a visão do bebê.

Esta seção é informativa e não substitui a avaliação médica individualizada. Em caso de dúvida sobre a saúde visual do seu bebê, procure um oftalmologista.

  • Quando o bebê deve passar pela primeira avaliação?

    A recomendação geral é examinar bebês prematuros nascidos com menos de 32 semanas de idade gestacional ou peso ao nascer abaixo de 1.500g, conforme diretrizes brasileiras e internacionais. O primeiro exame costuma ocorrer entre a 4ª e a 6ª semana de vida. A indicação exata é definida em conjunto com o neonatologista.

  • Como é o exame de fundo de olho do prematuro?

    É um exame de avaliação da retina realizado com colírio dilatador e equipamento específico. Pode ser feito ainda na UTI neonatal ou em consultório, com técnica que prioriza o conforto e a segurança do bebê.

  • Todo prematuro precisa de tratamento?

    Não. A maioria dos casos de ROP regridem espontaneamente com o amadurecimento da retina. O tratamento é indicado apenas em estágios específicos, conforme classificação internacional, e a decisão é discutida individualmente com a família.

  • Quais tratamentos existem hoje?

    As opções incluem fotocoagulação a laser e injeção intravítrea de medicação anti-VEGF, escolhidas conforme o estágio e a localização da doença. Em casos avançados, pode ser necessária cirurgia vitreorretiniana.

  • E depois da alta hospitalar?

    O acompanhamento da saúde visual continua nos meses e anos seguintes. Crianças que tiveram ROP têm maior risco de outras alterações oculares (como erros refrativos, estrabismo e ambliopia), que se beneficiam de seguimento regular.

  • Onde encontro mais informação confiável?

    Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP), Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e American Academy of Ophthalmology (AAO) publicam orientações para famílias.

Para colegas médicos

Encaminhamento e contato profissional

Para neonatologistas, pediatras e oftalmologistas que acompanham bebês de risco ou crianças com queixa retiniana, o consultório oferece canal direto para encaminhamento e devolutiva clínica.

Quando considerar o encaminhamento

  • Recém-nascidos com IG < 32 semanas ou peso ao nascer < 1.500g, para rastreamento de ROP
  • Recém-nascidos com IG ≥ 32 semanas e fatores de risco adicionais (sepse, transfusão múltipla, oxigenoterapia prolongada)
  • Crianças com suspeita de descolamento de retina, leucocoria ou alteração no reflexo vermelho
  • Crianças com diagnóstico prévio de FEVR, doença de Coats, persistência da vasculatura fetal, ou outras vitreorretinopatias
  • Acompanhamento pós-alta de prematuros com ROP tratada ou em regressão

Canal de encaminhamento

Secretária
(11) 5574-6336
WhatsApp profissional
(11) 99422-1513

Devolutiva clínica: relatório por e-mail ou impresso, conforme preferência do colega.

Pesquisa

Produção científica

Mais de 30 publicações indexadas em revistas internacionais. Destaques recentes:

International Journal of Retina and Vitreous · 2023

Surgical technique for removal of high-density silicone oil (Oxane HD)

De Oliveira RA, De Moraes NSB, Fernandes RAB, et al.

Ver no PubMed ↗

International Journal of Retina and Vitreous · 2023

Bacterial endophthalmitis following anti-VEGF intravitreal injections: a retrospective case series

Bergamo VC, Nakayama LF, Moraes NSB, et al.

Ver no PubMed ↗

Visite

Consultório

Endereço
Praça Amadeu Amaral, 47 — conjunto 71
Bela Vista, São Paulo — SP
(próximo à Av. Paulista, estação Brigadeiro do metrô)
Horário de atendimento
Segunda a sexta, das 8h às 18h
Modalidade
Atendimento exclusivamente particular
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Como agendar

Sou paciente / família

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Atendimento por agendamento. A secretária retorna em horário comercial.

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